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Idanha-a-Nova: Projeto "Recomeçar em Idanha" recebe 2º prémio da “Marca Territorial do Ano”

Diario Digital Castelo Branco/Lusa | 2018-11-14 15:41:00

O projeto "Recomeçar em Idanha", de Idanha-a-Nova, conquistou o segundo lugar no prémio "Marca Territorial do Ano" nos ‘City Nation Place Awards' e ficou à frente de marcas como Barcelona ou países como a Escócia, foi hoje anunciado.

"Pela primeira vez no evento ‘Marca Territorial do Ano’ aconteceu que uma pequena localidade do interior da Europa [Idanha-a-Nova] chegou aos finalistas e conseguiu um segundo lugar. Só há dois lugares atribuídos, o primeiro e a menção honrosa. Isto é um campeonato em que nós somos umas formiguinhas, junto de marcas como Barcelona", afirmou à agência Lusa o presidente da Câmara de Idanha-a-Nova, Armindo Jacinto.

O município de Idanha-a-Nova, no distrito de Castelo Branco, foi selecionado entre mais de 100 candidaturas de 16 países, num prémio internacional que distingue as melhores estratégias de marca, sendo que os vencedores foram recentemente anunciados na conferência ‘City Nation Place', em Londres.

O projeto "Recomeçar em Idanha" foi um dos nove finalistas da categoria "Place Brand of the year", a par de grandes destinos internacionais como a Estónia, Barcelona, Escócia ou Eindhoven, que acabou por conquistar o primeiro lugar.

"Este é um reconhecimento do trabalho que estamos a fazer a nível internacional. É o reconhecimento que a nossa estratégia está no bom caminho e, com isto, ganhamos notoriedade a nível mundial, importante para afirmar a nossa estratégia e para captar investidores e ganhar credibilidade, não só a nível nacional como internacional", sustentou o autarca.

Armindo Jacinto sublinha que o resultado alcançado por Idanha-a-Nova prestigia Portugal.

"Penso que também é um prestígio para Portugal, onde uma pequena localidade do interior do país tem esta referência a nível internacional. Mesmo que fosse Lisboa a ganhar a Barcelona, era excelente. Idanha ganhar a Barcelona é extraordinário", frisou.

O autarca adiantou ainda que este resultado mostra que quando há criatividade e dinâmica, pode chegar-se longe.

"Os territórios do Interior também podem ser diferenciadores e, com isso, inverter os seus problemas, nomeadamente de desenvolvimento e de despovoamento. Hoje, os investimentos vão para onde há dinâmica", concluiu.

 


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