Idanha-a-Nova: Ajidanha prepara Festival de Teatro para setembro

O Festival de Teatro Ajidanha 2018, irá decorrer no concelho de Idanha-a-Nova, entre os dias 13 e 23 de setembro. A edição deste ano contará, para além dos essenciais espetáculos de teatro, com uma exposição de fotografia cedida pela Fatex.

  • Cultura
  • Publicado: 2018-08-09 12:22:26

O Festival de Teatro Ajidanha 2018, irá decorrer no concelho de Idanha-a-Nova, entre os dias 13 e 23 de setembro. A edição deste ano contará, para além dos essenciais espetáculos de teatro, com uma exposição de fotografia cedida pela Fatex – Federación de Asociaciones de Teatro de Extremadura (Espanha), entidade com a qual a Ajidanha mantém uma relação de colaboração e amizade de já longa data, esta exposição irá estar patente no CCR durante todo o período de duração do festival.

No dia inaugural, haverá uma sessão de cinema onde será exibido o filme Canção Raiana Perdida, que nos transporta às raízes sonoras da Beira Baixa, a apresentação do filme será precedida por uma breve introdução a cargo de Tom Hamilton, músico e compositor.

A grande novidade deste ano estará na realização de um espetáculo de magia por parte do já conceituado mágico da nossa região, Zé Mágico, que irá cativar pequenos e graúdos. Para além destas novidades, Rita Leitão irá apresentar, uma vez mais, um espetáculo de stand up comedy, o qual, diz a organização "se espera como sempre, divertidíssimo".

Na programação do festival, como não poderia deixar de ser, estão ainda agendados oito espetáculos de teatro, que serão representados por grupos de teatro oriundos de diversas zonas do país e de Espanha. Além da companhia organizadora, somam-se mais oito companhias de teatro, provenientes de Avintes, Barcelos, Benedita, Cáceres e Castuera (Espanha), Covilhã, Machico (Madeira) e Pombal. Esta edição irá apostar, uma vez mais, na aproximação ao público, decorrendo os diversos espetáculos nas localidades de Idanha-a-Nova, Aldeia de Santa Margarida, Ladoeiro, São Miguel D’ Acha, Toulões e Zebreira.

Esta deslocalização só é possível graças à colaboração das diversas Juntas de freguesias implicadas, "bem como às diversas entidades que nos apoiam, entidades a quem não podemos deixar de agradecer" diz a Associação em comunicado.

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