Idanha-a-Nova: Filarmónica Idanhense assinala 130 anos com muita juventude

A Filarmónica Idanhense comemorou no dia 8 de dezembro o seu 130º aniversário com o magistral concerto "Canções da Música Portuguesa", uma viagem pela música nacional plena de cultura, talento e juventude.

  • Cultura
  • Publicado: 2018-12-12 20:00:47

A Filarmónica Idanhense comemorou no dia 8 de dezembro o seu 130º aniversário com o magistral concerto "Canções da Música Portuguesa", uma viagem pela música nacional plena de cultura, talento e juventude.

Sob a batuta do maestro João Abrantes, a banda subiu ao palco do Centro Cultural Raiano acompanhada por Jorge Almeida, Trompete Solista da Orquestra Sinfónica Portuguesa.

Logo após o excelente concerto, o presidente da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, Armindo Jacinto, fez questão de felicitar a Filarmónica Idanhense e realçar o dinamismo desta instituição centenária: “Em Idanha-a-Nova, Cidade Criativa da UNESCO, na área da Música, convivemos todos os dias com a música e a Filarmónica Idanhense é, neste domínio, uma peça fundamental devido ao excelente trabalho desenvolvido desde o Berçário à Universidade Sénior”.

A vitalidade da Filarmónica Idanhense está presente nos muitos projetos que têm sido implementados nos últimos anos e que envolvem centenas de pessoas de todas as idades. A presidente da instituição, Carla Costa, considera que “o caminho para garantir um futuro risonho passa sobretudo pela formação, formal e não formal”.

A dirigente lembra que o ensino formal está direcionado para a Academia de Artes Catarina Chitas, que tem mais de 100 alunos e obteve este ano o reconhecimento internacional da “Associated Board of the Royal Schools of Music”, com sede em Londres, permitindo a certificação musical até ao grau de Licenciatura por uma das mais prestigiadas organizações de ensino de música do mundo. Por seu turno, o ensino não formal tem especial relevância na Universidade Sénior de Idanha-a-Nova, um projeto coordenado pela Filarmónica Idanhense e frequentado por mais de 270 alunos.

No final do espetáculo, Jorge Almeida saiu do palco com uma prenda muito especial: uma Beiroínha ou Cavaquinho da Beira, instrumento inovador desenvolvido no âmbito da Oficina da Música Tradicional da Filarmónica Idanhense, que o conceituado trompetista promete dar a conhecer em digressões por todo o mundo.

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