Por: José Manuel R. Alves
Certamente que o Benfica e Castelo Branco não contava com as dificuldades que teve ao longo do jogo com o Operário, uma turma perfeitamente ao alcance dos albicastrenses, mas que nesta sua deslocação à capital da Beira Baixa, demonstrou que não esteve pelos ajustes, e aos 32 minutos, conseguiu mesmo inaugurar o marcador, por Dani.
Certamente que o Benfica e Castelo Branco não contava com as dificuldades que teve ao longo do jogo com o Operário, uma turma perfeitamente ao alcance dos albicastrenses, mas que nesta sua deslocação à capital da Beira Baixa, demonstrou que não esteve pelos ajustes, e aos 32 minutos, conseguiu mesmo inaugurar o marcador, por Dani.
Reagiram os comandados de Ricardo António, mas os visitantes criaram uma autentica cortina de ferro na sua defesa, não permitindo veleidades aos locais, pelo que o intervalo chegaria com os açoreanos a vencer pela margem mínima.
A etapa complementar, ficou no seu início marcada pela expulsão de Lay, que aos 49 minutos, agrediu Álvaro, num lance lamentável, e que o árbitro da partida, prontamene castigou o defesa do Operário. Em superioridade numérica os albicastrenses, começaram a dominar a partida, vinfo a empatar aos 52 minutos, com um remate bem colocado, por Álvaro. Este mesmo jogador, aos 62 minutos, após driblar um adversário, ainda teve tempo para evitar o guardião açoreanos, e quando se esperava que a bola fosse parar ao fundo da sua baliza, Vitor Vieira, recuperou, e evitou o golo.
Na parte final do encontro, os encarnados tudo fizeram para alcançar a vitória, sem que no entanto o seu esforço fosse coroado, pelo que o empate foi o ressultado final.
Árbitragem com alguns deslizes, nomeadamente na expulsão do treinador encarnado, algo forçada.
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