Por: José Manuel R. Alves
Tarde com bastante sol e público razoável para assistir a esta partida, em que o Benfica e Castelo Branco acabaria por sofrer a segunda derrota no campeonato, apesar de continuar a manter o 5º lugar na classificação, beneficiando da derrota do Operário em casa, frente ao Tourizense (0-1).
Tarde com bastante sol e público razoável para assistir a esta partida, em que o Benfica e Castelo Branco acabaria por sofrer a segunda derrota no campeonato, apesar de continuar a manter o 5º lugar na classificação, beneficiando da derrota do Operário em casa, frente ao Tourizense (0-1).
Entrando bem no jogo, os albicastrenses, dominaram por completo a primeira parte, abrindo cedo as hostilidades, com Ronan, aos 18 minutos a ter nos pés a melhor ocasião para marcar, valendo o guardião Eduardo, que fez uma boa defesa para canto. Estava dado o mote para que a superioridade dos visitantes fosse mais que evidente, perante a turma da Pampilhosa do Botão, que sem baixar os braços, também não tinha força física para suster o maior ímpeto dos homens da capital da Beira Baixa, pelo que sem surpresa, Fábio Brito, viria a marcar o primeiro golo aos 43 minutos, resultado com que se chegaria ao intervalo.
Na etapa complementar, notou-se um menor rendimento do Benfica e Castelo Branco, com os comandados de Fernando Niza, a superiorizarem-se, conseguindo empatar quando decorria o minuto 60, com Bébé a rematar forte para o fundo da baliza albicastrense. Motivados por este tento, os donos da casa insistiram ainda mais no ataque, e aos 80 minutos, Diogo André, aumentou a vantagem para 2-1. Nos minutos finais, o Benfica ainda esboçou algumas tentativas no sentido de dar a volta ao resultado, mas sem que houvesse alteração no marcador.
Trabalho razoável da arbitragem.
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