Por: José Manuel R. Alves
Num jogo com uma péssima arbitragem, prejudicando os encarnados que aos oito minutos se viram privados do guarda-redes Hélder Cruz, após o árbitro lhe ter mostrado o cartão vermelho, devido a uma falta inexistente, e apontado a marca de grande penalidade, os locais viriam a apontar o primeiro golo.
Num jogo com uma péssima arbitragem, prejudicando os encarnados que aos oito minutos se viram privados do guarda-redes Hélder Cruz, após o árbitro lhe ter mostrado o cartão vermelho, devido a uma falta inexistente, e apontado a marca de grande penalidade, os locais viriam a apontar o primeiro golo.
Apesar da boa reação por parte dos comandados de Ricardo António, as oportunidades criadas, não foram concretizadas, também por culpa do juiz da partida que tudo fez para evitar que o Benfica e Castelo Branco empatasse a marcha do marcador. Antes do intervalo, o Operário elevaria a contagem para 2-0. Na segunda parte, a equipa da casa abusando de entradas duras sobre os jogadores albicastrenses, sem que fossem sancionadas, nomeadamente cargar violentas a João Afonso e a Álvaro, o resultado não viria a sofrer alteração.
Com esta derrota, perante uma arbitragem intimidatória, os encarnados da capital da Beira Baixa encontram-se na 6ª posição da tabela classificativa. No dia em que assinalou o seu 89º aniversário, António Machado, presidente da coletividade albicastrense, afirmou no início do jogo, que a maior prenda que gostaria de oferecer ao Clube que dirige, seria a vitória, pormenor que não aconteceu, devido aos motivos apontados.
No próximo sábado o Benfica e Castelo Branco recebe no Estádio Municipal a equipa do Lusitânia dos Açores.
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