Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
Os guardas prisionais afetos ao Sindicato Independente do Corpo da Guarda Prisional (SICGP) anunciaram hoje uma greve de 40 dias, dividida em dois períodos entre maio e agosto, para exigir mais efetivos e contestar cortes nas horas extraordinárias.
Os guardas prisionais afetos ao Sindicato Independente do Corpo da Guarda Prisional (SICGP) anunciaram hoje uma greve de 40 dias, dividida em dois períodos entre maio e agosto, para exigir mais efetivos e contestar cortes nas horas extraordinárias.
A greve foi aprovada na quarta-feira por unanimidade numa reunião da direção do Sindicato Independente do Corpo da Guarda Prisional (SICGP), o menos representativo dos dois que respondem por esta classe profissional, mas que tem afetos “centenas de guardas prisionais”, de acordo com o seu presidente, Júlio Rebelo. (Esclarece que a greve diz apenas respeito aos guardas prisionais afetos ao Sindicato Independente do Corpo da Guarda Prisional).
Entre as reivindicações estão a aprovação do Estatuto do Corpo de Guardas, o profissional e o remuneratório, a eliminação dos cortes percentuais nas horas extra, a contratação de mais 800 efetivos para reforçar os mais de quatro mil existentes, e a otimização de serviços, excluindo, por exemplo, o trabalho administrativo das tarefas atribuídas aos guardas, por serem funções “para as quais não estão vocacionados”.
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