Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
José António Pinho foi absolvido pelo coletivo de juízes do Tribunal da Covilhã dos crimes de que era acusado, na sequência de uma queixa apresentada pela Federação de Desportos de Inverno de Portugal (FDIP), à qual presidiu até 2009.
José António Pinho foi absolvido pelo coletivo de juízes do Tribunal da Covilhã dos crimes de que era acusado, na sequência de uma queixa apresentada pela Federação de Desportos de Inverno de Portugal (FDIP), à qual presidiu até 2009.
Pinho foi acusado pelo Ministério Público dos crimes de abuso de confiança, usurpação de funções e falsificação de documentos, que acabaram por não ser provados em tribunal.
O antigo dirigente da federação diz que, como sempre afirmou, o dinheiro depositado numa conta sua foi usado para pagar despesas do organismo a que presidia.
"O mais importante foi ter sido reconhecido que, independentemente dos factos, agi de boa-fé", acentua Pinho, em declarações à agência Lusa.
José António Pinho mostra-se magoado por durante mais de três anos ter estado acusado "de roubar". "As pessoas que me acusaram conhecem-me, tinham as provas de que eu não tinha feito aquilo de que me acusavam", frisa o empresário.
"Eu sou credor da federação, deve-me 16 mil euros e eles sabem isso", acrescenta o antigo presidente da FDIP, que considera ter sido alvo de "um processo de linchamento político".
"Eu, se fosse o Pedro Farromba, já me tinha demitido da vice-presidência da Câmara da Covilhã, porque ele não é apenas um cidadão ou o presidente da federação, e uma pessoa de bem não pode fazer uma acusação daquelas sabendo que é mentira", realça Pinho.
"Eu não acusei ninguém, quem acusa são os tribunais", responde Farromba. À Lusa, o atual presidente da FDIP lembra que o processo foi iniciado quando a organização desportiva estava a ser gerida por uma comissão administrativa e que o seu papel foi "perguntar ao tribunal, face a uma situação que ocorreu, qual era a opinião".
Sobre as considerações de Pinho, Pedro Farromba aconselha a que o seu antecessor "não misture as coisas" e "não meta política onde a política não cabe".
A federação vai agora ler o acórdão para decidir se recorre da decisão do Tribunal da Covilhã.
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