Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O líder do PCP acusou hoje o PS de «não conseguir libertar-se da contradição insanável» de querer ser poder, mas, no essencial, «mantendo a mesma matriz» em relação ao «pacto de agressão» que é o memorando assinado com a 'troika'.
O líder do PCP acusou hoje o PS de «não conseguir libertar-se da contradição insanável» de querer ser poder, mas, no essencial, «mantendo a mesma matriz» em relação ao «pacto de agressão» que é o memorando assinado com a 'troika'.
Falando aos jornalistas na escola Fernando Lopes Graça, na Madorna, no concelho de Cascais, onde decorreu um almoço comemorativo do 25 de Abril, Jerónimo de Sousa respondia ao facto de o PS ter pedido, durante o Congresso em Santa Maria da Feira, a maioria absoluta em próximas eleições legislativas.
Segundo Jerónimo de Sousa, o PS tem «passado de umas posições para outras - às vezes namora o CDS, ora reclama maioria absoluta», o que o leva a pensar que o «PS - apesar de todo o seu esforço - não consegue libertar-se de uma contradição insanável: quer ser poder, quer fazer política, mas, no essencial, mantendo a mesma matriz», ou seja a defesa do memorando de entendimento com a 'troika'.
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