Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
Crianças e jovens destruíram, à martelada, dezenas de brinquedos bélicos e “sepultaram-nos” no Antimonumento à Guerra de Famalicão, numa espécie de "grito" pela paz no mundo.
Crianças e jovens destruíram, à martelada, dezenas de brinquedos bélicos e “sepultaram-nos” no Antimonumento à Guerra de Famalicão, numa espécie de "grito" pela paz no mundo.
“Se queremos incutir uma cultura de paz nos nossos filhos, por que é que insistimos em dar-lhes brinquedos de guerra?”, questionou Vitória Triães, da Amnistia Internacional, responsável pela iniciativa, em parceria com a Câmara de Famalicão.
Aquele Antimonumento à Guerra, único no mundo, foi inaugurado em 2010, no Parque da Juventude de Famalicão, no âmbito das comemorações dos 50 anos da Declaração Universal dos Direitos das Crianças e dos 20 anos da convenção sobre os direitos das crianças.
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