Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
Em declarações aos jornalistas no Parlamento, Eduardo Catroga referiu que quarta feira as negociações entre a equipa do Governo e a do PSD, que liderava, foram interrompidas porque foi confrontado com um “ultimato inegociável” que não aceitou.
“Isto foi na quarta feira, mas logo na quinta feira o ministro das Finanças telefonou-me de manhã dizendo que estava muito preocupado e queria voltar a ter a oportunidade de apresentar uma nova proposta, derrogando a posição anterior que era inegociável”, disse.
Catroga acrescentou que Teixeira dos Santos “tinha retomado o espírito positivo face a vários apelos” e “implicitamente" foi-lhe dito que "não podia ser insensível a uma pessoa que conhecia bem", referindo-se ao Presidente da República.
O economistas considerou esta nova postura "essencialmente positiva" e "imediatamente telefonei à entidade que tinha mandatado” para comunicar a disponibilidade de retomar as negociações.
O ex-ministro das Finanças defendeu que o entendimento “foi uma vitória para os portugueses” porque permitiu “demonstrar que são possíveis entendimentos úteis ao país entre as forças políticas nas questões essenciais”.
Catroga frsiou que “o país precisa de entendimentos, não precisa de confrontações políticas diárias. O país atravessa um momento difícil e é preciso entendimentos para as políticas fundamentais”.
O acordo entre o Governo e o PSD permitirá a viabilização do Orçamento do Estado para 2011, cuja discussão na generalidade começa terça feira, dia 02.
Receba as principais notícias no seu email e fique sempre informado.
© 2026 Diário Digital Castelo Branco. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Albinet