Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O Santuário de Fátima, as praias e a gastronomia são as principais atrações turísticas da Região Centro, revela um estudo hoje divulgado, desenvolvido pela Unidade de Investigação de Marketing e Consumo (IPAM Lab) de Aveiro.
O Santuário de Fátima, as praias e a gastronomia são as principais atrações turísticas da Região Centro, revela um estudo hoje divulgado, desenvolvido pela Unidade de Investigação de Marketing e Consumo (IPAM Lab) de Aveiro.
O documento, que tinha como objetivo avaliar a notoriedade da imagem de marca Centro de Portugal e se baseou em 816 entrevistas presenciais, realizadas durante a Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), concluiu que o Santuário de Fátima, as praias e a gastronomia "figuram como os principais pontos de atração turística" da região.
Seguem-se Coimbra, a sua Universidade e a Cultura, a Natureza e Aveiro, a Ria e a História.
No capítulo gastronómico, o leitão da Bairrada destaca-se em uma em cada quatro respostas (26%) ao questionário, seguido da chanfana (15%) e os ovos moles e o cabrito, com 04%.
Nas praias, a Figueira da Foz lidera as mais importantes ao nível da atração turística, com 31% de preferências, seguida da Nazaré (14%), Mira (06%) e Peniche e Barra (Aveiro), com 05%.
Nas cidades identificadas como mais importantes, Coimbra lidera (31%), seguida de Aveiro, Leiria, Lisboa, Santarém, Castelo Branco e Figueira da Foz.
Nos eventos anuais mais relevantes, a Queima das Fitas de Coimbra lidera com 30% das escolhas, seguida da própria BTL e da peregrinação de 13 de maio em Fátima (07%), festividades do Carnaval e Santos Populares, a Expofacic - Feira Comercial e Industrial de Cantanhede e a Feira do Chocolate de Óbidos.
Já no capítulo dos monumentos, o mais reconhecido é a Universidade de Coimbra (17%), seguido do Mosteiro da Batalha (10%), Mosteiro de Alcobaça e Santuário de Fátima (07%) e, com cinco por cento cada, a Sé Velha (Coimbra) e Torre de Belém (Lisboa), embora este último monumento não pertença à região Centro.
Aliás, o estudo da unidade do Instituto Português de Administração e Marketing afirma que a referência a elementos incluídos na região de Lisboa e Vale do Tejo "aponta para a existência de alguma confusão de limites geográficos".
A investigação, que também analisou dados como a frequência de visitas ou o tipo e qualidade dos alojamentos disponíveis, conclui que a imagem da Região Centro de Portugal "tem atributos diferenciadores" que podem ser trabalhados junto do público profissional de turismo e de turistas portugueses, mas exclui a perceção dos turistas estrangeiros sobre a marca, afirmando não ser possível tirar conclusões.
Sobre os pontos "menos desenvolvidos" no Centro de Portugal assinala o golfe e a "necessidade de melhoria" em infraestruturas como acessos, transportes e alojamento.
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