Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
Os portugueses confiam cada vez menos no Governo, na comunicação social, no rumo da Europa e até nas organizações não-governamentais, revela o estudo Edelman Trust Barometer, realizado há 13 anos em 26 países por uma das maiores empresas mundiais de relações públicas.
Os portugueses confiam cada vez menos no Governo, na comunicação social, no rumo da Europa e até nas organizações não-governamentais, revela o estudo Edelman Trust Barometer, realizado há 13 anos em 26 países por uma das maiores empresas mundiais de relações públicas.
A confiança no sector dos media desacelerou ligeiramente face a 2012, mas os motores de busca na Internet são pela primeira vez referidos como «a primeira fonte de informação geral»(32%) e «fonte para confirmar informações (26%)».
O estudo aponta para um «aumento gradual do cepticismo» em Portugal quanto à confirmação da «primeira fonte de informação geral», indicando que em 2013 cerca de 61% dos inquiridos residentes no país disse precisar de ser confrontado com a mesma informação entre três a cinco vezes para acreditar.
«Em 2012 este valor foi de 59%», segundo o estudo.
No entanto, a quebra de confiança sente-se sobretudo em relação ao Governo, com apenas 15% dos inquiridos a acreditar naquilo que diz o Executivo.
Já as organizações não-governamentais são vistas como instituições de confiança por 58% dos inquiridos, mas também registaram uma quebra de confiança no último ano.
O estudo foi realizado em 26 países, a partir de uma amostra de mais de 31.000 respostas realizadas através da Internet, entre 16 de outubro e 19 de novembro de 2012.
A nível global, os resultados são muito semelhantes aos verificados em Portugal: as ONG continuam a ser mais confiáveis (61%), seguidas pelas empresas (56%) e os media (55%). O Governo surge em último com 46%.
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