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País 29 de novembro de 2010

Presidenciais: "Podemos voltar a ter esperança com Cavaco Silva" - Ramalho Eanes

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

 O antigo Presidente da República António Ramalho Eanes disse hoje que, com Cavaco Silva nesse cargo, será possível Portugal libertar-se do “desemprego que magoa e humilha” e da “pobreza que envergonha e ofende a dignidade do Homem”.  O antigo Presidente da República António Ramalho Eanes disse hoje que, com Cavaco Silva nesse cargo, será possível Portugal libertar-se do “desemprego que magoa e humilha” e da “pobreza que envergonha e ofende a dignidade do Homem”.

“Acredito que com Cavaco Silva podemos voltar a ter esperança”, assumiu o ex-Presidente.

Ramalho Eanes, que encabeça a comissão de honra da recandidatura do atual Presidente da República, disse ainda que Cavaco Silva é o garante de uma “continuidade estável” e capaz de “manter a serenidade em termos de turbulência”.

Cavaco Silva, de acordo com Eanes, “tudo fará para redimir o país da crise e do medo em que vive e não resgatará esforços para exercer uma magistratura de intervenção política da sociedade, apontando para o crescimento da economia, criação de emprego e que combata a precariedade do trabalho”.

“Com Cavaco Silva, será possível unir Portugal para, de forma coesa, lançar com propósito e visão humanista ajustada as estratégias que equilibrem as contas públicas, cumprindo os Programas de Estabilidade e Crescimento, mas que também lancem as bases sólidas para um crescimento sustentável da economia portuguesa”.

João Lobo Antunes, de novo mandatário nacional da candidatura de Cavaco Silva, alertou para a “tal gravidade” das “exigências do tempo presente” e que, por isso, a reeleição do atual Presidente da República se torna um “imperativo nacional”.

“Cavaco Silva foi sempre à busca do Portugal que trabalha, e, por isso, nada fere mais a sua sensibilidade que o drama sem consolação daqueles que não têm emprego, talvez a maior chaga aberta na sociedade portuguesa, de que todos somos solidariamente responsáveis”.

Lobo Antunes alertou para a necessidade das instituições de solidariedade social não poderem ser “sacrificadas por apertos passageiros”, já que são um “dos maiores tesouros deste Portugal doente” e disse ainda que o atual momento parece “exigir outras formas de conciliação entre a vigilância dos limites e fundamentos constitucionais da atuação presidencial e uma magistratura ativa”.

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