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País 5 de julho de 2013

Portas só permanece no governo se Maria Luís Albuquerque sair

Por: Diario Digital Castelo Branco

O líder do CDS, Paulo Portas, só aceitará ficar no Executivo liderado por Pedro Passos Coelho caso a recém-empossada ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, abandone o cargo, que previamente estava nas mãos de Vítor Gaspar.

 

O líder do CDS, Paulo Portas, só aceitará ficar no Executivo liderado por Pedro Passos Coelho caso a recém-empossada ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, abandone o cargo, que previamente estava nas mãos de Vítor Gaspar.

De acordo com a notícia da Antena1, Maria Luís Albuquerque, que deixou o cargo de secretária de Estado do Tesouro (agora ocupado por Joaquim Pais Jorge), esteve na origem da demissão do ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, e continua no centro do desentendimento entre o líder dos centristas e Passos Coelho.

Albuquerque já terá manifestado a sua disponibilidade para deixar o governo, porque não quer ser a «entrave» que impedirá o entendimento entre Portas e Passos, que consititui um impasse político na coligação governamental.

Mas o PM ainda não deu sinais de estar disposto a abdicar da nova ministra das Finanças.

Passos Coelho e Paulo Portas já se reuniram três vezes em menos de 24 horas, entre quarta-feira à noite e quinta-feira, mas aparentemente as conversações ainda não chegaram a «bom porto».

A rádio recorda que chegou a haver um principio de acordo entre os líderes da coligação, pelo qual Portas ficaria como vice-primeiro-ministro e acumularia o cargo com a pasta de Economia, substituindo, nesse cenário, o ministro Álvaro Santos Pereira.

A imprensa nacional não é convergente em relação à solução que poderia terminar o impasse político. O jornal Público escreve que o Presidente da República, Cavaco Silva, que esteve reunido ontem com Passos, terá exigido que Portas permancesse no Executivo.

Já o jornal Sol aponta que Cavaco não terá feito uma exigência tão específica: defendia ser necessário apenas que um nome relevante da facção democrata-cristã tivesse presença assegurada no governo.

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