Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
Os partidos políticos portugueses «exigiram à população enormes sacrifícios», mas, chamados a negociar, «foram incapazes de fazerem, eles próprios, o sacrifício dos seus interesses», analisa o sociólogo António Barreto.
Os partidos políticos portugueses «exigiram à população enormes sacrifícios», mas, chamados a negociar, «foram incapazes de fazerem, eles próprios, o sacrifício dos seus interesses», analisa o sociólogo António Barreto.
«Era necessário que todos os partidos, ou alguns deles, fizessem sacrifício das suas posições partidárias e dos seus interesses, e não o fizeram. Tendo, todavia, exigido que os portugueses ganhassem menos, pagassem mais impostos, ficassem desempregados, tivessem problemas muito sérios do ponto de vista social, económico e financeiros», criticou o sociólogo e ex-deputado, em entrevista à Lusa.
A convicção de que «o interesse nacional é igual ao do partido» terá um preço, acredita o presidente da Fundação Francisco Manuel dos Santos, que está a ultimar a conferência «Portugal europeu. E agora?», agendada para 13 e 14 de setembro.
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