Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O primeiro-ministro, Passos Coelho, classificou esta terça-feira a moção de confiança apresentada no Parlamento como um «pacto de confiança com portugueses» e apelou ao PS para que mostre abertura para entendimentos.
O primeiro-ministro, Passos Coelho, classificou esta terça-feira a moção de confiança apresentada no Parlamento como um «pacto de confiança com portugueses» e apelou ao PS para que mostre abertura para entendimentos.
Passos considerou que os dez meses que faltam para o final do programa de ajustamento serão cheios de escolhas difíceis e deixou uma promessa: «Não iremos vacilar».
«Vamos recuperar a nossa autonomia e prosseguiremos o caminho das mudanças estruturais e da reforma do Estado», sublinhou.
«É importante alargar o alcance das negociações políticas. Queremos mais concertação com os partidos da oposição e com os parceiros sociais», disse, num apelo directo ao PS.
«Levaremos a cabo muito em breve uma profunda reforma do IRC, com uma baixa para 17% até 2018 e poderemos ir mais longe até 2020», destacou o líder do Executivo, antes de deixar uma novidade: «Fundaremos uma nova instituição de fomento para gerir fundos europeus, com bases industriais mais concorrenciais, e com sede no Porto».
De seguida, Passos enunciou as prioridades para os dois próximos anos, destacando o relançamento da economia, o investimento na mobilidade e na coesão social, um Estado mais próximo dos cidadãos e o exercício de um «poder inteligente» na Europa e no mundo.
Depois, o primeiro-ministro apresentou outra novidade: «O Programa Aproximar lançará um novo Estado de proximidade, descentralizado e meritocrático».
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