Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O secretário-geral do PS, António José Seguro, defendeu esta terça-feira, no debate da moção de confiança ao Governo, que a moção é um sinal evidente da fragilidade do Executivo e anunciou que o PS votará contra.
O secretário-geral do PS, António José Seguro, defendeu esta terça-feira, no debate da moção de confiança ao Governo, que a moção é um sinal evidente da fragilidade do Executivo e anunciou que o PS votará contra.
«Há dez meses, o Conselho de Estado foi informado de que a coligação estava sólida. Depois desta crise, como pode garantir ao Parlamento que a coligação está coesa?», questionou Seguro.
De seguida, o líder socialista abordou o caso dos contratos swap, criticando duramente a ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, que ainda hoje será ouvida de novo na comissão de inquérito.
«Como é possível que Paulo Portas se sente no mesmo Conselho de Ministros que Maria Luís Albuquerque, uma ministra das Finanças que “mente” na comissão de inquérito no Parlamento», afirmou Seguro.
O líder do maior partido da oposição manteve o ataque cerrado à ministra, citando as declarações desta manhã do ex-ministro, Vítor Gaspar, considerando que demonstram que a nova titular das Finanças faltou à verdade.
Na resposta, Passos Coelho questionou-se como é possível que Seguro não tenha mencionado na sua intervenção os próximos dois anos, indicando que já falou sobre a crise política em debates anteriores.
O primeiro-ministro apelou a Seguro um esforço dos socialistas para que haja uma concertação sobre a reforma do IRC.
Sobre o caso dos swap, Passos recusou pronunciar-se, mas reiterou a confiança em Maria Luís Albuquerque e a competência com que a ministra tem tratado a questão dos contratos de financiamento de risco nas empresas públicas.
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