Por: Diario Digital Castelo Branco
O novo coordenador da comissão política nacional e porta-voz do PSD disse em Gaia que o partido "não tem medo das próximas eleições", estando apto para todos os "combates de política nacional".
O novo coordenador da comissão política nacional e porta-voz do PSD disse em Gaia que o partido "não tem medo das próximas eleições", estando apto para todos os "combates de política nacional".
Marco António Costa falava na apresentação das listas da coligação PSD-CDS/PP para a Câmara, Assembleia Municipal e juntas de freguesia de Vila Nova de Gaia, concelho que os social-democratas governam há 16 anos.
"Há para aí umas pessoas e uns partidos que pensam que nós vamos para estas eleições encolhidos, com medo. Mas medo de quê? Que estas eleições são difíceis. Para quem? Para nós não. Para o PS e para o CDS não são difíceis", afirmou Marco António Costa
O também vice-presidente do PSD considerou que "estas eleições vão ser difíceis é para o PS, porque o PS tem de ser julgado nestas eleições pelo facto de durante dois anos não ter tido a mínima disponibilidade para ser solidário comum governo que estava a salvar Portugal".
O dirigente afirmou que o atual governo recebeu um país "em pré-colapso financeiro e que tinha dívidas por todo o lado e não pagava a ninguém".
"Foi-nos entregue um país sob ajuda internacional e com três senhores a tomar conta da nossa independência", continuou.
Citou o agora vice-primeiro-ministro Paulo Portas dizendo que Portugal encontra-se hoje sob "um protetorado.
Marco António realçou que "hoje o governo não decide livremente como quer, porque tem o memorando para cumprir".
"Se fôssemos ao estrangeiro, éramos vistos como gente sem palavra, incapaz de gerir os seus destinos, um povo irresponsável - e nós não temos culpa do que foi feito ao país" antes do atual governo tomar posse, há dois anos", sustentou.
"Mas aqueles que nos levaram a esta situação no dia a seguir já queriam receber o dinheiro e rasgar o compromisso e as obrigações que tinham assumido. Há políticos no país que acha que os compromissos não são para ser cumpridos e que aquilo que se assina não é para ser honrado", acusou.
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