Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O banco Barclays propôs ao gabinete de José Sócrates em junho de 2005 a contratação de ‘swaps’ que ajudariam a reduzir o défice, mas foi recusado pelo Governo de então e chumbado pelo instituto que gere a dívida pública.
O banco Barclays propôs ao gabinete de José Sócrates em junho de 2005 a contratação de ‘swaps’ que ajudariam a reduzir o défice, mas foi recusado pelo Governo de então e chumbado pelo instituto que gere a dívida pública.
Segundo documentos distribuídos pelo Governo, o braço de investimento do Barclays, o Barclays Capital, propôs a 23 de junho de 2005 ao gabinete do então primeiro-ministro José Sócrates que Portugal contratasse um derivado que seria considerado como um ‘swap’ e como tal não entraria nas contas públicas.
A proposta feita aos assessores económicos do ex-primeiro-ministro – Vitor Escaria e Óscar Gaspar – permitia que o Estado arrecadasse 12,5 milhões de euros em receitas (que abatiam ao défice) por cada 100 milhões de euros de montante subjacente.
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