Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O antigo líder do PSD Marcelo Rebelo de Sousa, que falava no domingo no habitual espaço de opinião na TVI, defende que a polémica que envolve o autarca de Gaia, e candidato ao Porto, Luís Filipe Menezes, que, alegadamente, comprou votos junto dos eleitores, tem de ser escrutinada, uma vez que «temos aí uma actividade que pode ser criminosa».
O antigo líder do PSD Marcelo Rebelo de Sousa, que falava no domingo no habitual espaço de opinião na TVI, defende que a polémica que envolve o autarca de Gaia, e candidato ao Porto, Luís Filipe Menezes, que, alegadamente, comprou votos junto dos eleitores, tem de ser escrutinada, uma vez que «temos aí uma actividade que pode ser criminosa».
“Eu acho que isto tem de ser esclarecido. A Comissão Nacional de Eleições ou o Ministério Público esclarecem. (...) Se [Menezes] não fez isso, é impensável como é que o presidente da CNE se pronunciou antes mesmo de saber o que é que se tinha passado. Se fez isso, então, naturalmente, deve ser censurado jurídica e politicamente.” Esta é a leitura feita pelo antigo líder do PSD, Marcelo Rebelo de Sousa, no que diz respeito à alegada compra de votos por parte do actual autarca de Gaia e candidato à Câmara Municipal do Porto, Luís Filipe Menezes.
O comentador político, que falava ontem no Jornal das 8, da TVI, elucida ainda que se Menezes “realmente esteve a usar o seu cargo de presidente da Câmara Municipal de Gaia para conseguir conquistar votos, é uma quebra do princípio da imparcialidade”.
Como tal, concretiza Marcelo Rebelo de Sousa, “se está a comprar votos também temos aí uma actividade que pode ser até eventualmente criminosa”.
Por outro lado, o conselheiro de Estado sugeriu que os juízes do Tribunal Constitucional “talvez pudessem” interromper as férias, por forma a analisarem os diplomas sensíveis que têm em mãos.
Marcelo reagia assim à notícia do semanário Expresso, que dá conta de que seis dos 13 magistrados do Palácio Ratton estão ausentes até 14 de Setembro, quando em cima da mesa do Constitucional se encontram o pedido de fiscalização preventiva do Presidente da República, Cavaco Silva, face à requalificação da Função Pública, ou a decisão sobre a lei de limitação de mandatos, preponderante para as eleições autárquicas do próximo dia 29 de Setembro.
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