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País 1 de setembro de 2013

CDS-PP quer pensar reforma do poder local depois das eleições autárquicas

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

O porta-voz do CDS-PP, João Almeida, assumiu hoje o compromisso de, depois das eleições autárquicas, «com tempo e com calma», ser estudada uma «verdadeira» reforma do poder local que repense o modelo de organização autárquica.

 

O porta-voz do CDS-PP, João Almeida, assumiu hoje o compromisso de, depois das eleições autárquicas, «com tempo e com calma», ser estudada uma «verdadeira» reforma do poder local que repense o modelo de organização autárquica.

«Precisamos de mudança. A mudança na organização e gestão das nossas autarquias. Precisamos - e aqui deixo uma palavra para memória futura - de a seguir a estas eleições, com tempo e com calma, voltarmos a repensar o modelo de organização autárquica em Portugal», disse João Almeida no seu discurso durante a convenção autárquica do CDS-PP, que hoje decorreu em Matosinhos.

O porta-voz do CDS-PP disse ainda que «quem quer fazer destas eleições umas eleições legislativas antecipadas, não respeita os eleitores».

De acordo com o centrista, «a última reforma administrativa deixou de fora a extinção de municípios e isso é algo que tem de voltar a estar na agenda política a seguir a estas eleições».

«Nós temos que fazer uma reforma do poder local, mas essa é uma verdadeira reforma. E temos que deixar aqui, em nome do CDS, esse compromisso para depois das eleições nós pensarmos o poder local novamente e pensarmos o poder local para servirmos melhor ainda os cidadãos», defendeu.

Na opinião de João Almeida, havendo assimetrias tão grandes como aquelas que existem em Portugal, «não faz sentido termos apenas um único tipo de autarquias para todas estas realidades tão diferentes».

«Mas agora, nestas eleições, nós discutimos as mudanças no funcionamento das autarquias. E aí temos que pegar logo na estrutura administrativa. É tempos de acabar com as duplicações. É tempo de acabar com as empresas municipais que surgiram ao lado de estruturas camarárias que não desapareceram», exigiu.

Ainda sobre as eleições autárquicas, o deputado considerou que «quem esconde os seus candidatos para tornar esta eleição numa eleição nacional é porque não tem os melhores candidatos freguesia a freguesia e município a município».

«Não é o nosso caso. Não temos vergonha dos nossos candidatos e por isso fazemos a nossa campanha terra a terra e não precisamos de nos esconder atrás da discussão nacional», garantiu.

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