Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O Ministério da Agricultura e do Mar (MAM) justificou hoje que a colaboração prevista de reclusos na prevenção de incêndios florestais não se concretizou, porque obrigaria à adoção de "medidas de segurança excecionais", com "custos associados".
O Ministério da Agricultura e do Mar (MAM) justificou hoje que a colaboração prevista de reclusos na prevenção de incêndios florestais não se concretizou, porque obrigaria à adoção de "medidas de segurança excecionais", com "custos associados".
O Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais (DECIF) para 2013 previa a participação de cerca de 900 reclusos em ações de prevenção e vigilância dos fogos florestais, após terem frequentado um período de formação na Escola Nacional de Bombeiros (ENB).
Ontem à noite, em entrevista à TVI 24, a ministra da Justiça revelou que "razões burocráticas" impediram 900 reclusos de participarem na limpeza de matas, inseridos numa estratégia de prevenção dos incêndios florestais.
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