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Economia 11 de setembro de 2013

Portas e Albuquerque hoje na Assembleia para detalhar programa da troika

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

O vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, e a ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque vão hoje à Assembleia da República para avaliar o cumprimento do Programa de Assistência Económica e Financeira (PAEF) a Portugal.

O vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, e a ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque vão hoje à Assembleia da República para avaliar o cumprimento do Programa de Assistência Económica e Financeira (PAEF) a Portugal.

Os governantes responsáveis pelas relações com a “troika” (Fundo Monetário Internacional, Banco Central Europeu e Comissão Europeia), acompanhados do secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro, Carlos Moedas, vão ser ouvidos na Comissão Eventual para Acompanhamento das Medidas do Programa de Assistência Financeira, poucos dias após uma ronda de encontros com os credores de Portugal.

Os dois membros do Governo agora responsáveis pelas relações com a “troika” realizaram na semana passada uma série de encontros com responsáveis dos credores internacionais de Portugal.

Paulo Portas e Maria Luís Albuquerque estiveram nas cidades-sede das três instituições - Bruxelas, Frankfurt e Washington - acompanhados pelo secretário de Estado Adjunto do Primeiro-Ministro, Carlos Moedas, e do secretário de Estado Adjunto do Vice-Primeiro-Ministro, Miguel Morais Leitão, para começar a preparar as oitava e a nona missões regulares de acompanhamento do PAEF, que a 'troika' realizará em Portugal a partir de segunda-feira.

Em Bruxelas, nenhum dos governantes adiantou detalhes sobre a reunião com o presidente da Comissão Europeia, tendo Paulo Portas apenas afirmado, no final do encontro, que "o cumprimento do programa de assistência é importante para recuperar a autonomia de Portugal e [que] é natural que o Governo tenha estas discussões preliminares com as entidades da 'troika'".

«Começámos pela Comissão, iremos ao BCE (Banco Central Europeu) e depois ao FMI (Fundo Monetário Internacional). Obviamente, não entrarei em detalhes», disse, abandonando de seguida a sede do executivo comunitário, acompanhado pela ministra Maria Luís Albuquerque, para rumar a Frankfurt, na Alemanha.

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