Futebol: Benfica e Castelo Branco perde em casa com Oliveira do Bairro

Partida aguardada com enorme interesse para ambas equipas que lutam para atingir os seis primeiros lugares, nomeadamente os albicastrenses que neste jogo teriam a hipótese de alcançar os seus adversários mais directos, se conseguissem vencer o seu opositor.

  • Desporto
  • Publicado: 2011-02-20
  • Autor: José Manuel R. Alves

Partida aguardada com enorme interesse para ambas equipas que lutam para atingir os seis primeiros lugares, nomeadamente os albicastrenses que neste jogo teriam a hipótese de alcançar os seus adversários mais directos, se conseguissem vencer o seu opositor. A vitória conseguida pelos homens da Bairrada, retirou a esperança aos encarnados da capital da Beira Baixa, para atingir a sua meta.

Tratava-se pois, de um jogo com enorme responsabilidade para os comandados de João Pereira, que desde o início do encontro se instalaram no reduto defensivo adversário, procurando avidamente a baliza defendida por Pedro Monteiro. No entanto, contra a corrente do jogo, a equipa de Oliveira do Bairro viria a alcançar o primeiro golo aos 13 minutos, com Luís Barreto, bastante oportuno a rematar para a fundo da baliza. Este tento que surgiu bastante cedo, ficou longe de desmotivar os albicastrenses, que reagindo positivamente tudo tentaram para chegar à igualdade, criando lances bastante oportunos que acabaram por não ser concretizados pela eficácia da defesa visitante, pelo que o intervalo chegaria com o resultado de 0-1, aliás injusto face às incidências da partida, em que os homens de Castelo Branco tudo fizeram para anular a vantagem visitante.

A segunda parte começou com alguma infelicidade para os visitantes, que após um lance na área local, Quinzinho meteu mão à bola. A respectiva grande penalidade apontada por Rato, não surtiu o efeito desejado, já que o “esférico” bateu no poste.

 Decorrido este lance, Mami, aos 58 minutos, apontaria o tento da igualdade, fazendo renascer a esperança nos adeptos locais. No entanto, o empenho demonstrado, não foi suficiente para suster o maior ímpeto adversário, que aos 78 e 79 minutos, viria a marcar mais dois golos, apontados por Paulo Costa e novamente Luís Barreto a repetir a proeza. Com a vantagem de 1-3, e já perto do final, a partida ficou praticamente sentenciada, apesar da boa reacção local, que tudo fez para chegar à baliza adversária, factor que não foi suficiente para a alterar a marcha do marcador.

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