Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
Declarações no final do encontro entre Benfica e Castelo Branco e União da Madeira (2-1), da segunda eliminatória da Taça de Portugal em futebol:
Declarações no final do encontro entre Benfica e Castelo Branco e União da Madeira (2-1), da segunda eliminatória da Taça de Portugal em futebol:
- Ricardo António (treinador do Benfica e Castelo Branco): "Nós sabíamos, de antemão, que íamos estar motivados. Jogar contra uma equipa de escalão superior motiva sempre os jogadores.
Tivemos uma grande entrega ao jogo quando não tínhamos bola e tivemos coragem para jogar quando tivemos a bola. Quando conseguimos jogar pelas alas criámos desequilíbrios. E quando fizemos o segundo golo, conseguimos segurar.
Houve uma alma enorme e também a qualidade que possuímos. Em termos técnicos e táticos não há grandes diferenças entre os dois escalões. Existe é em termos de ritmo, porque as equipas da II Liga treinam muito mais.
Se calhar a direção prefere um ‘grande’ na próxima eliminatória. Há muitos anos que o clube não joga com um ‘grande’. Eu, como treinador, preferia uma equipa dos distritais".
- José Barros (treinador do União da Madeira): "Não fomos surpreendidos. E aí é que está o grave da situação. Nós estávamos avisados das mais-valias do Benfica e Castelo Branco. Estudámos o adversário e preparámos bem o jogo.
Só que, infelizmente, se dentro do campo não estamos também, de igual forma, intensos e concentrados no que estamos a fazer, acontece este tipo de situações.
Cometemos erros defensivos que não podemos cometer. Então no segundo golo é uma situação gritante. E no ataque temos de ser mais letais. Se não somos eficazes não podemos pensar em vencer.
Em assumo a responsabilidade deste desaire. Mas fica a ressalva também que os jogadores têm de dar muito mais. Têm qualidade para o fazer".
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