Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
A empresa de informática J.P. Sá Couto, criadora do computador Magalhães, o seu vice-presidente e outros 39 arguidos começam hoje a ser julgados por associação criminosa e fraude fiscal qualificada superior a cinco milhões de euros.
A empresa de informática J.P. Sá Couto, criadora do computador Magalhães, o seu vice-presidente e outros 39 arguidos começam hoje a ser julgados por associação criminosa e fraude fiscal qualificada superior a cinco milhões de euros.
A primeira sessão do julgamento está agendada para as 09:30 na 5.ª Vara Criminal de Lisboa, no Campus da Justiça, mais de uma década após a prática dos alegados factos.
Segundo os despachos de acusação e de pronúncia, a que a agência Lusa teve acesso, em causa está um suposto "mega" esquema fraudulento, vulgarmente conhecido por "fraude carrossel", que tinha como objetivo evitar ao pagamento do IVA (Imposto sobre o Valor Acrescentado). O Estado reclama da J.P. Sá Couto perto de 72 mil euros - relativos a alegada fuga ao fisco em 2001 e 2002 -, de um total de cinco milhões e 137 mil euros de indemnização pedidos aos 41 acusados.
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