Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O secretário-geral do PCP reforça a necessidade de "rasgar" o acordo de auxílio económico-financeiro, ao qual, no seu entender, até se pode chamar "pífaro", e promoveu a ideia de aumentar os rendimentos dos portugueses.
O secretário-geral do PCP reforça a necessidade de "rasgar" o acordo de auxílio económico-financeiro, ao qual, no seu entender, até se pode chamar "pífaro", e promoveu a ideia de aumentar os rendimentos dos portugueses.
"Chamem-lhe segundo resgate, programa cautelar, chamem-lhe um pífaro se quiserem, porque o que querem é manter o país na cadeia, impedir a sua libertação, o seu desenvolvimento e crescimento, visando apenas o empobrecimento de Portugal", afirmou Jerónimo de Sousa num comício noturno, ontem em Guimarães, no âmbito da campanha eleitoral para as autárquicas do dia 29.
Na quarta-feira passada, grupo parlamentar comunista apresentou na Assembleia da República um projeto de resolução visando o aumento imediato do salário mínimo nacional para 515 euros e uma subida progressiva até aos 600 euros no final de 2014.
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