Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
Uma monotorização feita pela Entidade Reguladora de Saúde (ERS) visando avaliar a eficácia dos esforços de redução dos tempo de espera por uma consulta revelou que 60% dos hospitais inquiridos considera ter poucos médicos para fazer face à crescente procura dos utentes.
Uma monotorização feita pela Entidade Reguladora de Saúde (ERS) visando avaliar a eficácia dos esforços de redução dos tempo de espera por uma consulta revelou que 60% dos hospitais inquiridos considera ter poucos médicos para fazer face à crescente procura dos utentes.
A notícia é avançada na edição desta quinta-feira do jornal Público, recordando que em causa está a avaliação do sistema de Consulta a Tempo e Horas criado em 2008, que estabelece Tempos Máximos de Resposta Garantida (TMRG) para os doentes do Serviço Nacional de Saúde: 30 dias para consultas muito prioritárias, 60 dias para consultas prioritárias e 150 dias para não prioritárias.
De acordo com o documento, «a insuficiência de recursos humanos concentra-se especialmente em determinadas especialidades médicas», levando a que «médicos especializados em cirurgia geral e de medicina interna» prestassem consultas de outras especialidades.
Outro dos problemas apontados é a existência de falhas tecnológicas e de intercomunicação entre as várias aplicações informáticas existentes nos espaços de saúde.
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