Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O secretário-geral do PS afirmou hoje que tudo fará para que Portugal evite um segundo programa de assistência financeira, mas pediu decência política ao primeiro-ministro, enquanto Passos Coelho acusou o líder socialista de "incongruência".
O secretário-geral do PS afirmou hoje que tudo fará para que Portugal evite um segundo programa de assistência financeira, mas pediu decência política ao primeiro-ministro, enquanto Passos Coelho acusou o líder socialista de "incongruência".
Esta troca de posições entre António José Seguro e Pedro Passos Coelho teve lugar na Assembleia da República, durante o debate quinzenal, dedicado ao tema das oitava e nona avaliações da 'troika' (Banco Central Europeu, Fundo Monetário Internacional e Comissão Europeia) sobre o Programa de Assistência Económica e Financeira de Portugal.
"O Governo e a 'troika' falam em sucesso e estão auto satisfeitos com o programa que está a ser aplicado. Mas, se esse é o sucesso, porque falou o primeiro-ministro há menos de 15 dias sobre a necessidade de um segundo programa de ajuda externa para Portugal?", questionou o líder socialista.
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