Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
Em declarações à agência Lusa no final de uma reunião, em Coimbra, da Associação Sindical dos Juízes Portugueses (ASJP), o presidente apelou à Assembleia da República (AR), «enquanto órgão competente para aprovar o OE e não o Governo», para que «não aprove as novas reduções porque ultrapassam e violam claramente os princípios constitucionais da proporcionalidade, da confiança e da igualdade, matéria que já consta de anteriores decidões do Tribunal Constitucional».
«Quando há decisões do Tribunal Constitucional que demarcaram de uma forma clara qual o limite em termos de proporcionalidade e confiança sobre os cortes passíveis de serem suportados pelos trabalhadores públicos, essa decisão não pode ser omitida pela AR», argumentou Mouraz Lopes.
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