Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O principal risco do próximo Orçamento do Estado não são as decisões do Tribunal Constitucional, mas sim o fraco crescimento económico, defendeu hoje o economista José Poças Esteves, na apresentação do relatório de setembro da SaeR.
O principal risco do próximo Orçamento do Estado não são as decisões do Tribunal Constitucional, mas sim o fraco crescimento económico, defendeu hoje o economista José Poças Esteves, na apresentação do relatório de setembro da SaeR.
“Toda a gente vê o problema do Orçamento do Estado (OE) como um problema da recusa do Tribunal Constitucional (TC), mas eu não vejo problema nenhum nisso. Se o TC não aprovar as medidas que o Governo tem, o Governo vai buscar outras”, sublinhou o presidente da consultora Saer (Sociedade de Avaliação Estratégica e Risco).
Poças Esteves mostrou-se convicto de que “há um plano B” e assinalou que “o grande problema do OE” é partir de um pressuposto macroeconómico “muito difícil de atingir”, ou seja, a previsão de crescimento económico de 0,8% para 2014.
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