Introduza pelo menos 5 caracteres.
img
Economia 29 de outubro de 2013

Maioria dos portugueses espera um segundo resgate

Por: Diario Digital Castelo Branco

A maioria dos portugueses (63%) considera inevitável um segundo resgate para Portugal, revela o barómetro i/Pitagórica de Outubro, a oito meses de o país fechar o programa de assistência financeira. A maioria dos portugueses (63%) considera inevitável um segundo resgate para Portugal, revela o barómetro i/Pitagórica de Outubro, a oito meses de o país fechar o programa de assistência financeira.

Os inquiridos têm dúvidas de que Portugal possa dispensar a troika, com quase 71% a duvidar muito (ou a não acreditar mesmo nada) que os técnicos do Banco Central Europeu, da Comissão Europeia e do Fundo Monetário Internacional abandonem o país em Junho de 2014. Mais de 63% dos participantes dizem que o segundo resgate - mais duro - é mesmo inevitável.

Os pessimistas é claro quanto à presença da troika no país, com 37,8% a acreditar pouco que se vá embora nos prazos estabelecidos. A estes juntam-se os 33,1% que não acreditam nada que tal seja possível. No entanto, 24,6% acreditam no acordo inicial e não riscam da agenda, em Junho do próximo ano que o «protectorado da troika» acaba ali.
O cenário de um segundo resgate, com igual ou até maior austeridade é o que se perspectiva com mais força para o final do primeiro programa de assistência, com 63,7% dos inquiridos a antever a necessidade de mais fundos internacionais em meados de 2014.

Segundo o i, mesmo acreditando que a troika conclui o seu trabalho em Lisboa no prazo fixado, a grande maioria dos inquiridos está longe de relacionar essa saída com o fim da austeridade. Cerca de 71,4% dos participantes acreditam que os cortes serão menos passageiros que as visitas dos técnicos das instituições internacionais. Na verdade, apenas 13,8% dos inquiridos consideram que o fim da austeridade em Portugal está definitivamente a oito meses de distância.

Os inquiridos explicam o «falhanço» do primeiro resgate com a má gestão dos governantes ou os chumbos do Tribunal Constitucional.

O estudo de opinião foi realizado pela pitagórica – investigação e estudos de mercado sa para o jornal i, entre 14 e 19 de Outubro de 2013.  Foram validadas 506 entrevistas telefónicas
O erro máximo da amostra é de 4,4%, para um grau de probabilidade de 95,5%.

Partilhar:

Relacionadas

© 2026 Diário Digital Castelo Branco. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Albinet

Link copiado!