Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
As organizações da pesca de palangre de superfície apelam ao abate da frota excedentária como medida de emergência para salvar o setor, que gera quase 40 milhões de euros por ano em exportações de pescado.
As organizações da pesca de palangre de superfície apelam ao abate da frota excedentária como medida de emergência para salvar o setor, que gera quase 40 milhões de euros por ano em exportações de pescado.
“Tendo em conta a gravidade e urgência da situação”, três organizações da pesca do palangre de superfície dirigida a grandes migradores (sobretudo espadarte, atum e tubarão) apelaram hoje ao Governo para que rapidamente seja delineado e aplicado “um plano de emergência de abate de frota excedentária, para que os armadores e pescadores nacionais possam continuar a cumprir com a legislação comunitária e nacional que regula este setor”.
O alerta foi enviado ao secretário de Estado do Mar, Manuel Pinto de Abreu, juntamente com um pedido de audiência urgente subscrito pela Cooperativa de Produtores de Peixe de Viana do Castelo (Vianapesca), pela Associação dos Armadores da Pesca do Centro (AMAP) e pela Cooperativa dos Armadores de Pesca Artesanal (CAPA).
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