Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
“Como em tudo na vida, para delinearmos o melhor caminho para atingirmos o futuro que ambicionamos, temos de saber de onde partimos”, afirmou o chefe de Estado, no discurso da tomada de posse para um segundo mandato em Belém.
Insistindo na necessidade de que “só com um diagnóstico correto e um discurso de verdade sobre a natureza e a dimensão dos problemas económicos e sociais que Portugal enfrenta permitirão uma resposta adequada”, Cavaco Silva foi mais longe classificando a informação objetiva sobre a situação do país como “um bem público” que beneficia a sociedade e estimula comportamentos favoráveis à resolução dos problemas.
“Os indicadores conhecidos são claros. Portugal vive uma situação de emergência económica e financeira, que é já, também uma situação de emergência social”, sublinhou, insistindo que uma resposta coletiva aos problemas exige “transparência e um conhecimento rigoroso e completo da situação”.
A este propósito, o chefe de Estado recordou dados já conhecidos, como o afastamento de Portugal da taxa de crescimento médio da União Europeia, as últimas estimativas do Banco de Portugal, entre outros indicadores que mostram que “Portugal se encontra numa situação particularmente difícil".
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