Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
“Foi um bom diagnóstico que eu subscrevo. Não serei tão liberal, continuo a pensar que num país como Portugal o Estado terá que continuar a estar presente nalguns setores”, afirmou.
Questionado sobre a expressão utilizada pelo Presidente da República no seu discurso da posse - segundo a qual o país precisa de “um sobressalto cívico” - Alberto João Jardim desvalorizou: “sobressaltados já estamos há muitos anos”, disse.
O Presidente da República defendeu hoje a necessidade de “um sobressalto cívico” e de recentrar a agenda de prioridades, lamentando que “muitos dos agentes políticos” só conheçam um “país virtual e mediático”.
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