Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
A Associação Sócio-Profissional Independente da Guarda (ASPIG) alertou hoje para a falta de mais de cinco mil efetivos na GNR, o que põe em perigo a segurança dos militares por falta de apoio nas patrulhas.
A Associação Sócio-Profissional Independente da Guarda (ASPIG) alertou hoje para a falta de mais de cinco mil efetivos na GNR, o que põe em perigo a segurança dos militares por falta de apoio nas patrulhas.
A morte de um militar da GNR nesta noite, durante uma operação num restaurante no Pinhal Novo, levou hoje o presidente da ASPIG, José Alho, a chamar a atenção para a situação em que trabalham muitos militares.
«Quem padece são sempre os patrulheiros da guarda. São sempre os mal-amados e são sempre os que morrem, porque são os que vão ao primeiro contacto. Quando há alteração à ordem pública, não têm apoio porque há falta de efetivos na atividade operacional, que é qualquer coisa do outro mundo», criticou José Alho, depois de prestar condolências à família do militar assassinado.
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