Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Paulo Núncio, enalteceu hoje o elogio da ‘troika’ à reforma do IRC, apesar de o FMI ter recomendado prudência nas estimativas de benefícios da reforma.
O secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Paulo Núncio, enalteceu hoje o elogio da ‘troika’ à reforma do IRC, apesar de o FMI ter recomendado prudência nas estimativas de benefícios da reforma.
“A reforma do IRC tem sido elogiada, de uma forma praticamente unânime, pelas instituições internacionais, não só as que compõem a ‘troika’ como outras (…), como a OCDE”, disse o governante à margem da apresentação do relatório "Paying Taxes 2014" do Banco Mundial e da consultora PwC.
No relatório sobre a oitava e nona revisões do Programa de Assistência Económica e Financeira (PAEF) a Portugal, divulgado há três semanas, o Fundo Monetário Internacional (FMI), uma das três entidades da ‘troika’, considerou que a reforma do IRC "pode ajudar a promover o investimento e o crescimento" mas recomendou "prudência" nas estimativas do crescimento potencial que pode provocar.
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