Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
Os trabalhadores da Páginas Amarelas (PA) concentram-se hoje em Picoas, Lisboa, junto à sede da Portugal Telecom, accionista da PA desde 1997, para protestar contra os despedimentos.
Os trabalhadores da Páginas Amarelas (PA) concentram-se hoje em Picoas, Lisboa, junto à sede da Portugal Telecom, accionista da PA desde 1997, para protestar contra os despedimentos.
A empresa tem em curso um Processo Especial de Revitalização (PER) que prevê o despedimento de 130 dos seus 240 trabalhadores.
Durante o protesto de hoje, os trabalhadores querem entregar em mão à administração da PT uma carta, com uma contraproposta, que enviaram em outubro e da qual não obtiveram resposta.
A comissão de trabalhadores da PA acusa a administração da empresa de querer pagar aos trabalhadores os despedimentos em prestações e sem garantias, dizem ser «consideravelmente inferior ao mínimo» legal garantido previsto para o despedimento coletivo.
«A contraproposta que os trabalhadores apresentaram à administração é sensível às dificuldades de tesouraria que a empresa atravessa», diz a comissão em comunicado divulgado.
A contraproposta prevê a atribuição de indemnizações de forma diferida, defendendo os trabalhadores que assim não é agravado o esforço financeiro da empresa.
Fundada em 1957, o negócio da PA esteve ligado às tradicionais listas telefónicas impressas, Páginas Brancas e Páginas Amarelas, atuando no mercado como um agente da Portugal Telecom.
Actualmente, o negócio da empresa assenta em produtos e serviços de marketing digital como a construção e manutenção de sites.
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