Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
Os parceiros sociais disseram hoje que a 'troika' mostrou solidariedade institucional com as declarações da diretora-geral do FMI e admitiu os efeitos recessivos da austeridade, mas não revelou abertura para alterar o programa desenhado para Portugal.
Os parceiros sociais disseram hoje que a 'troika' mostrou solidariedade institucional com as declarações da diretora-geral do FMI e admitiu os efeitos recessivos da austeridade, mas não revelou abertura para alterar o programa desenhado para Portugal.
"Mostram-se solidários e subscreveram a posição institucional. Mas apesar de reconhecerem que a magnitude dos efeitos recessivos foi maior [do que esperado], não deram a ideia de que vão corrigir a trajetória, o que deixa um amargo de boca", disse o presidente da CIP – Confederação Empresarial de Portugal, António Saraiva, à saída da reunião que juntou a ‘troika', patrões e sindicatos na sede do Conselho Económico e Social (CES), em Lisboa.
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