Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, disse hoje que poderá negociar "uma linha precaucionária ou não" para Portugal no período após o final do programa de assistência económico-financeira, reiterando não existirem, para já, conversações com os parceiros estrangeiros.
O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, disse hoje que poderá negociar "uma linha precaucionária ou não" para Portugal no período após o final do programa de assistência económico-financeira, reiterando não existirem, para já, conversações com os parceiros estrangeiros.
"Não existe nenhuma negociação em curso visando a saída do programa por parte de Portugal. Compete ao Governo apresentar às instituições europeias a forma de saída do programa de assistência. O Governo português não estigmatiza nenhuma das possibilidades. Podemos vir a negociar uma linha precaucionária ou não", afirmou.
O líder do executivo da maioria PSD/CDS-PP respondia assim a perguntas do líder da oposição, o socialista António José Seguro, e do secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, relativamente a afirmações recentes do presidente do Banco Central Europeu, o italiano Mario Draghi.
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