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Desporto 2 de janeiro de 2014

Luís Horta desiste do procedimenrto judicial e aceita explicações de Queiroz

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

Carlos Queiroz e Luís Horta decidiram "colocar fim ao processo" sobre os alegados insultos do antigo selecionador nacional de futebol ao presidente da Autoridade Antidopagem de Portugal (AdoP) aquando de um controlo antidoping à seleção lusa, em 2010.

Carlos Queiroz e Luís Horta decidiram "colocar fim ao processo" sobre os alegados insultos do antigo selecionador nacional de futebol ao presidente da Autoridade Antidopagem de Portugal (AdoP) aquando de um controlo antidoping à seleção lusa, em 2010.

O texto do acordo, a que a agência Lusa hoje teve acesso, através de Luís Horta, o demandante no processo, foi assinado a 29 de agosto e entretanto homologado pelo Tribunal Judicial da Covilhã, pondo-se assim termo ao incidente que se verificou no controlo de dopagem à seleção nacional de futebol, durante o estágio na Covilhã, a 16 de maio de 2010.

Queiroz reconhece que "proferiu as palavras (ou semelhantes) que lhe são imputadas nos autos (...)", bem como o facto de que "perante a pretensão dos médicos em causa em realizar o controlo (...) à seleção nacional à hora a que chegaram ao Hotel da Serra da Estrela, e no contexto da pressão então existente sobre a seleção, se enervou e proferiu palavras grosseiras e que podem ser consideradas ofensivas".

O atual selecionador do Irão afirma ainda, "de forma expressa e clara, que nunca pretendeu atingi-lo (Luís Horta), menorizá-lo ou ofendê-lo, pessoal ou profissionalmente", nem "faltar ao respeito a familiares seus, pelo que lamenta se de outra forma foi entendido".

Luís Horta "aceita as explicações" e nesse contexto "desiste do procedimento criminal e do pedido de indemnização civil" e declara "nada mais ter a reclamar" de Carlos Queiroz.

Queiroz também torna expresso "nada ter a reclamar" na justiça de Luís Horta, não só neste processo como também naquele que correu na 5.ª secção do DIAP de Lisboa e na Ordem dos Médicos.

As custas judiciais foram suportadas na íntegra pelo arguido, ou seja Carlos Queiroz.

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