Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
Numa declaração à agência Lusa, Miguel Relvas começou por afirmar que "ninguém pode, sem conhecer a verdadeira situação financeira, garantir que não mexe em impostos".
"Mas, a ser necessário, só consideraríamos mexer em impostos sobre o consumo e não nos impostos sobre o rendimento das pessoas e nem nas pensões e reformas dos setores mais degradados e carenciados, como previa o Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) do PS", acrescentou o porta-voz e secretário-geral do PSD.
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