Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O comissário europeu dos Assuntos Económicos rejeitou hoje que a Europa tenha reagido tardiamente no apoio a Portugal, sustentando que se tratou sobretudo de uma “reação nacional tardia”, pois o Governo só agiu quando já estava “encostado à parede”.
O comissário europeu dos Assuntos Económicos rejeitou hoje que a Europa tenha reagido tardiamente no apoio a Portugal, sustentando que se tratou sobretudo de uma “reação nacional tardia”, pois o Governo só agiu quando já estava “encostado à parede”.
Durante uma conferência sobre governação económica no Parlamento Europeu, em Bruxelas, com a participação de deputados dos parlamentos nacionais dos diversos Estados-membros, em resposta a intervenções dos deputados socialistas Eduardo Cabrita e João Galamba sobre os custos, para Portugal, da reação tardia da UE, o comissário Olli Rehn defendeu que se tratou sobretudo de “uma reação nacional tardia”.
Segundo o comissário, o processo de ajustamento não teria sido tão doloroso se Portugal tivesse atuado mais cedo, e não apenas quando já estava “encostado à parede”, em abril de 2011, recordando que quase um ano antes, em junho de 2010, já falava sobre a possibilidade de um programa com o então ministro das Finanças (do governo socialista de José Sócrates), Fernando Teixeira dos Santos
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