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País 26 de janeiro de 2014

Pedro Passos Coelho eleito para terceiro mandato à frente do PSD

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

Pedro Passos Coelho foi este sábado à noite reeleito presidente do PSD com 88 por cento dos votos dos militantes sociais-democratas, quando faltavam apurar 32 secções, anunciou o presidente do Conselho de Jurisdição Nacional.

Pedro Passos Coelho foi este sábado à noite reeleito presidente do PSD com 88 por cento dos votos dos militantes sociais-democratas, quando faltavam apurar 32 secções, anunciou o presidente do Conselho de Jurisdição Nacional.

Numa declaração aos jornalistas, na sede do PSD, Lisboa, cerca da meia-noite, Calvão da Silva anunciou que Pedro Passos Coelho "foi eleito com 15.524 votos, quando faltavam apurar 32 secções", o que representaria "cerca de 88 por cento dos votos".

Segundo Calvão da Silva, num universo de 46.430 eleitores, votaram 17.662 sociais-democratas.

O presidente do PSD respondeu a perguntas dos jornalistas na sede dos sociais-democratas, após o anúncio do resultado do escrutínio interno.

O líder do PSD, Pedro Passos Coelho, afirmou que muitos dos cortes realizados pelo Governo serão "transitórios" na medida da recuperação da economia, mas avisou que não regressarão "os níveis de riqueza ilusória".

"Não enfrentaremos o futuro pensando que todos os cortes que tivemos de fazer permanecerão. Muitos deles são transitórios, na medida em que dependerão agora da forma como a nossa economia vier a recuperar. Mas não temos condições nesta altura para fixar uma data precisa no nosso calendário para repor seja pensões, seja salários", afirmou Pedro Passos Coelho.

Também advertiu que o país não terá "um milagre económico" quando sair do programa de ajustamento financeiro e disse que lutará para garantir a governabilidade e estabilidade.

"Sabemos que não teremos um milagre económico em maio deste ano. Que quando fecharmos o período de assistência económica e financeira ainda teremos desafios muito importantes para enfrentar, seja ao nível do desemprego, seja ao nível da coesão social, coesão territorial e recuperação económica", afirmou, dizendo que o objetivo é "fechar um tempo de crise e iniciar um tempo de recuperação".

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