Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) esclareceu hoje que a variação dos preços da eletricidade depende da potência contratada e da energia consumida, adiantando que, para a maioria das famílias portuguesas, o aumento médio foi de 2,2% este ano.
A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) esclareceu hoje que a variação dos preços da eletricidade depende da potência contratada e da energia consumida, adiantando que, para a maioria das famílias portuguesas, o aumento médio foi de 2,2% este ano.
Num comunicado divulgado hoje, o regulador afirma que “o acréscimo de 2,8% [no preço da eletricidade, que entrou em vigor em janeiro] é um valor médio, obtido tendo em conta a totalidade dos clientes em Baixa Tensão Normal, sendo que as variações tarifárias por opção tarifária e por consumidor podem ser superiores ou inferiores em relação a este valor médio, em função da potência contratada e da energia consumida”.
A ERSE acrescenta que “a maioria dos consumidores domésticos” que ainda está no mercado regulado - mais de 2 milhões, com uma potência contratada entre 3,45 kVA e 6,9 kVA - terá este ano “uma variação média da tarifa de 2,2%, abaixo da média” de 2,8%.
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