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País 3 de fevereiro de 2014

Abrantes: Primeiro Banco de Tempo ainda ativo 12 anos depois do início

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

O primeiro Banco de Tempo criado no país, em 28 de janeiro de 2002, em Abrantes, continua ainda em funcionamento, o que a responsável pela rede nacional, Eliana Madeira, atribui ao “empenho e interesse” da autarquia.

O primeiro Banco de Tempo criado no país, em 28 de janeiro de 2002, em Abrantes, continua ainda em funcionamento, o que a responsável pela rede nacional, Eliana Madeira, atribui ao “empenho e interesse” da autarquia.

Marisa Fábrica, coordenadora da agência de Abrantes, a única existente no distrito de Santarém, disse à Lusa que os 103 membros deste banco mantêm uma atividade regular de trocas, de pedidos e de solicitações, tanto na cidade como em algumas freguesias rurais.

O mais recente membro inscreveu-se na passada semana pela linha azul 800 200 741, disse.

Também criado em 2002, o Banco de Tempo de Macedo de Cavaleiros, no distrito de Bragança, foi o quinto a surgir em Portugal, mas fechou menos de um ano depois, situação que os responsáveis da altura justificam com a existência na região de uma grande rede de vizinhança que se entreajuda e não vê necessidade de recorrer a este apoio.

Em Valongo, o Banco de Tempo, da responsabilidade da Agência para a Vida Local da Câmara Municipal, funciona há nove anos em Ermesinde, contando com 128 inscritos.

Criado há cinco anos, o Banco de Tempo de Castelo Branco conta atualmente com 64 membros, com idades entre os 13 e os 84 anos.

Mais recente, “nascida” há três anos, a agência de Évora, a única do Alentejo, conta com 87 membros, adesão que tem sido gradual e que satisfaz a equipa dinamizadora: “A palavra foi passando ‘de boca em boca’”, disse à Lusa Isaura Pinto, que integra a equipa que impulsiona aquela estrutura local.

Em crescimento no Algarve, o projeto conta atualmente com agências em Quarteira e Albufeira, devendo até ao final do ano ter novas agências em Faro e Tavira.

O Banco de Tempo de Quarteira, o mais antigo na região e a funcionar regularmente há dez anos, conta com cerca de cem pessoas inscritas, a maioria com mais de 60 anos e, além da troca de serviços, tem vindo a apostar na divulgação com eventos culturais e colaborações com instituições sociais.

Na Lousã, o Banco de Tempo foi criado em 2009, no âmbito de uma parceria que a associação Activar estabeleceu com a Câmara Municipal e a Escola Secundária local. Chegou a ter 30 membros, mas "tem estado parado".

Fernanda Vaz, da direção da Activar, disse à agência Lusa que esta estrutura "faz agora ainda mais sentido, mas tem de haver dinâmica" para lhe dar continuidade. Dois membros da associação frequentaram uma ação de formação promovida pelo Graal, em Lisboa, cabendo-lhes relançar o projeto nos próximos meses.

Criada em 2002, a agência de Coimbra estabeleceu recentemente uma parceria com o Centro de Apoio Social de Pais e Amigos da Escola n.º 10 (escola do primeiro ciclo da Solum, em Coimbra), em cujas instalações, no Monte Formoso, funciona atualmente, contando, ao longo dos seus 11 anos de existência, com uma média de 60 “investidores”, disse a sua coordenadora, Rute Castelo, à Lusa.

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