Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
A associação de defesa de consumidores Deco defende que os produtos de dívida pública devem passar a ser supervisionados por um organismo regulador autónomo, acusando o Governo de alterar as remunerações associadas de forma arbitrária.
A associação de defesa de consumidores Deco defende que os produtos de dívida pública devem passar a ser supervisionados por um organismo regulador autónomo, acusando o Governo de alterar as remunerações associadas de forma arbitrária.
A acusação foi publicada hoje na revista da Deco Proteste Investe, com base numa análise a produtos vendidos para captar as poupanças dos portugueses, como os Certificados de Aforro, os Certificados do Tesouro Poupança Mais e as Obrigações do Tesouro
Segundo adianta a Deco, o Governo “mantém ou altera as remunerações dos produtos de dívida pública de forma arbitrária, pouco se importando em distorcer as leis da concorrência” e concluiu que “estes deveriam ser supervisionados por um organismo autónomo, que controlasse a informação prestada e regulasse o comportamento das entidades que os comercializam”.
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