Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O primeiro-ministro disse hoje que o diploma que aumenta os descontos para a ADSE mantém "toda a pertinência", recusando as acusações do secretário-geral do PS de estar a "perseguir" os trabalhadores.
O primeiro-ministro disse hoje que o diploma que aumenta os descontos para a ADSE mantém "toda a pertinência", recusando as acusações do secretário-geral do PS de estar a "perseguir" os trabalhadores.
"Como eu próprio tive ocasião de informar o senhor Presidente da República, esta iniciativa mantém toda a pertinência", afirmou o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, durante o debate quinzenal na Assembleia da República, depois de ter sido confrontado pelo secretário-geral do PS com o veto presidencial ao diploma que aumenta os descontos para a ADSE e para os subsistemas de saúde dos militares e das forças de segurança.
Recusando que o veto do Presidente da República tenha sido "uma vergonha" para o Governo, Passos Coelho lembrou que o poder de promulgar ou não um diploma faz parte dos poderes constitucionais do chefe de Estado, cabendo depois ao Governo procurar ultrapassar os vetos, nomeadamente através da conversão do diploma devolvido numa proposta de lei.
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