Por: Diario Digital Castelo Branco
Portugal perdeu 662 sociedades de elevado crescimento (SEC) entre 2009 e 2012, o que representou uma quebra de 97.341 postos de trabalho naquele período, avança hoje o jornal i.
Portugal perdeu 662 sociedades de elevado crescimento (SEC) entre 2009 e 2012, o que representou uma quebra de 97.341 postos de trabalho naquele período, avança hoje o jornal i.
De acordo com as «Estatísticas do Empreendedorismo», divulgadas pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), o número de SEC - sociedades com um crescimento médio anual superior a 20% ao longo de três anos e com pelo menos 10 pessoas ao serviço, remuneradas - passou de 1692 para 1030 no período em análise.
Se o critério de análise for o do volume de negócios, o decréscimo é ainda maior (913) entre 2009 e 2012, ainda que se tenha registado um ligeiro acréscimo de (32) em 2011 em relação a 2010, escreve o i.
O INE salienta, porém, que o critério do número de pessoas é mais «consensual a nível europeu», na medida em que «assegura uma melhor comparabilidade intersectorial dos dados».
Seja qual for o critério, o INE concluiu que «o número de SEC decresceu significativamente entre 2009 e 2012 em linha com o abrandamento da actividade económica». Esta evolução registou-se igualmente nas sociedades jovens de elevado crescimento, um subgrupo das primeiras mas com uma idade até cinco anos, as chamadas «gazelas».
O número de «gazelas» caiu de 272, em 2009, para 201 três anos depois.
Se o critério de análise for o do volume de negócios, a quebra neste período é ainda maior, 95. Em relação ao pessoal ao serviço das gazelas, os dados do INE indicam uma descida de 6052 pessoas em três anos.
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